Poucas empresas portuguesas se preocupam com a concorrência. Culturalmente, ou pensam que há espaço para todos, receio de acordar o inimigo, olhar apenas para si próprio, seja o que for.
Neste artigo, dizemos claramente, que os Espanhóis estão a ganhar a guerra, quer por fatores externos, por culpa dos governos, quer por fatores culturais, que dos próprios gestores.
Com quem a nossa economia compete? para onde vão as importações e as exportações? oportunidades? devido a fatores externos às empresas, a concorrente direta, a Espanha ocupa a 34ª posição, e isso afeta as empresas portuguesas.
Num inquérito doing business, um dos maiores problemas é a ineficiência administrativa , a seguir são os impostos, depois a instabilidade regulativa.
Num inquérito doing business, um dos maiores problemas é a ineficiência administrativa , a seguir são os impostos, depois a instabilidade regulativa.
O turismo tem impulsionado a economia, mas isso deve-se ao fato de uma grande parte o mercado do sol, ter sido redirecionado dos países afetados. Em termos de competitividade, é notório a dependencia das empresas espanholas, onde em 2016, o déficit foi 7,5 biliões. China qual quê.
Esses dinheiros não vão aumentar a competividade relativa. Pela forma como estão distribuidos, pela forma como estão atribuidos, pela forma como são pedidos.
Para se tornar competitivo, deveriam haver menos aprovações de projetos (quantidade) e mais valor investido por cada projeto (qualidade) com acompanhamento. Neste momento, como está, quase tudo vai acabar por se dissolver.
Nós gostamos muito de gabar dos nossos recursos humanos. É um fato, diz-se que somos bem vistos. Mas na prática quando entramos nos processos de decisão, a falta de pragmatismo impera.
Portugal a azul, segundo o estudo Hofstede, temos metade da orientação a longo prazo do que os espanhóis. O individualismo, para si e sua própria família, é em oposição ao coletivo. A masculinidade revela que os espanhóis são um pouco mais competitivos.
A tendência para se baixarem salários (-6%), prejudica a capacidade das empresas concorrerem. Se trabalha com salário de sobrevivência, não existe espirito profissional. Se abaixo da média da concorrência, os melhores recursos saltam para fora.
Isto é uma chamada de atenção para a tendência dos salários estarem a baixar em Portugal, ao mesmo tempo que se aumentam as qualificações.
O Empresário deve ter um olho no mercado e outro na concorrência. Na concorrência, é no âmbito de ocupar espaços de mercado, de fazer melhor produto ou serviço que a concorrência, de fazer melhor marketing, de ser melhor nas vendas, de estar atento às inovações.
O que não é competitividade:
O que é competividade:
Através das a empresa irá reduzir os seus custos de produção, podendo alternativamente baixar os preços ou aumentar a rentabilidade.
A implementar um sistema que permite sistematicamente saber se responde à satisfação do cliente e garantir um padrão constante de produto/serviço.
Uma questão que influencia a escolha dos seus produtos/serviços e que é considerada fundamental na nossa intervenção.
O cliente avalia o sempre o tempo com que se relaciona com o produto/serviço.